Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto

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O “Effective Care in Pregnancy and Childbirth”, publicado na década de 1980, é um livro de referência na área dos cuidados obstétricos, marcando o início de uma nova era na tomada de decisões clínicas, que passaram a ser mais baseadas na evidência científica do que na opinião ou na “experiência” de pessoas com relevo na profissão. Estas “experiências pessoais” são forçosamente mais limitadas, muitas vezes baseiam-se em hábitos previamente estabelecidos e cujo benefício nunca foi questionado, e são frequentemente enviesadas pela memória ou por uma avaliação seleccionada de doentes.

Este livro causou um enorme impacto nos cuidados obstétricos, levando à mudança de várias atitudes que até então eram aplicadas sistematicamente, sem se questionar o seu verdadeiro benefício. O entusiasmo gerado nos profissionais de saúde levou à publicação em 1989 de uma versão mais compacta do livro, o “Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth”, com várias edições posteriores. Levou ainda à criação da Cochrane Library, uma compilação electrónica da melhor evidência científica disponível sobre as principais questões clínicas, que se iniciou nos cuidados obstétricos, mas rapidamente se estendeu a outras áreas da Medicina. O Cochrane Library e o “Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth” tornaram-se fontes essenciais de conhecimento em Obstetrícia e meios imprescindíveis de aprendizagem para todos os profissionais de saúde nesta área.

A tendência que se tem verificado mais recentemente, de compartilhar as responsabilidades da decisão clínica com os utentes, tornou importante o acesso a estas informações por parte do público em geral. Este factor levou à disponibilização na Cochrane Library de resumos num formato e linguagem compreensíveis por pessoas que não estão ligadas à saúde. No entanto, toda esta informação só está actualmente disponível em língua inglesa.

A disponibilização on-line de uma versão portuguesa do “Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth” é um passo importante para a melhoria dos cuidados de saúde obstétricos, possibilitando a consulta quer de profissionais de saúde, quer de potenciais utentes dos cuidados de saúde. Por todos estes motivos, gostaria de saudar com entusiasmo esta iniciativa e dar os meus parabéns aos responsáveis pela sua concretização.

Diogo Ayres de Campos
Professor da Faculdade de Medicina do Porto
Director da Urgência de Ginecologia e Obstetrícia – Bloco de Partos, Hospital de S. João, Porto
1 de Outubro de 2007 

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Capitulo 1 – O que significa “atenção efetiva” ou “cuidados médicos efetivos”?

Capitulo 2 – Avaliação da atenção na gravidez e no parto

  • 1. Introdução
  • 2. Minimizando erros sistemáticos (vieses)
    • 2.1. Minimizando o viés na selecção de controles
      • 2.1.1. Estudos utilizando controles históricos
      • 2.1.2. Estudos de caso-controle
      • 2.1.3. Estudos utilizando controles concomitantes não-randomizados
      • 2.1.4. Estudos utilizando controles randomizados
    • 2.2. Minimizando outros vieses
  • 3. Minimizando erros aleatórios (efeito do acaso)
  • 4. Ética dos estudos controlados, randomizados
  • 5. Aplicando os resultados de pesquisa
  • 6. Conclusões

Capitulo 3 – Apoio às gestantes

  • 1. Introdução
  • 2. Política social
  • 3. Atenção pré-natal
  • 4. Apoio social e profissional durante a gravidez
  • 5. Controle
  • 6. Provedores de saúde
  • 7. Conclusões

Capitulo 4 – Educação pré-natal

  • 1. Curso pré-natais
    • 1.1. Introdução
    • 1.2. Conteúdo dos cursos pré-natais
    • 1.3. Efeitos dos cursos pré-natais
  • 2. Recursos impressos, audiovisuais e electrónicos
  • 3. Conclusões

Capitulo 5 – Estilo de vida na gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Orientação pré-gestacional
  • 3. Atividade sexual
  • 4. Tabagismo
  • 5. Álcool
  • 6. Maconha (cânabis)
  • 7. Trabalho
  • 8. Exercício aérobico
  • 9. Conclusões

Capitulo 6 – Modificação da dieta na gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Nutrição nos períodos pré- e periconcepcional
  • 3. Dieta e cresciemnto fetal
  • 4. Dieta e pré-eclâmpsia
  • 5. Dietas especiais para evitar antígenos
  • 6. Suplementos hematínicos
  • 7. Outros suplementos de vitaminas ou minerais
  • 8. Conclusões
Capitulo 7 – Classificação do risco

  • 1. Introdução
  • 2. Considerações teóricas
  • 3. Utilidade da classificação
  • 4. Conclusões

Capitulo 8 – Ultra-sonografia na gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Uso selectivo da ultra-sonografia
  • 3. Ultra-sonografia de rotina no inicio da gravidez
  • 4. Ultra-sonografia de rotina no final da gravidez
  • 5. Classificação placentária
  • 6. Reacções das mulheres à ultra-sonografia na gravidez
  • 7. Potenciais riscos da ultra-sonografia obstétrica
  • 8. Conclusões

Capitulo 9 – Rastreamento de anomalias congénitas

  • 1. Introdução
  • 2. Aconselhamento genético
  • 3. Métodos de rastreamento e diagnóstico
    • 3.1. Ultra-sonografia
    • 3.2. Técnicas citogenéticas
      • 3.2.1. Aminiocentese
      • 3.2.2. Biopsia de vilosidade cotiônica
    • 3.3. Alfafetoproteína sérica
  • 4. Conclusões

Capitulo 10 – Rastreamento da pré-eclâmpsia

  • 1. Introdução
  • 2. História clínica
  • 3. Pressão arterial
  • 4. Proteinúria
  • 5. Edema
  • 6. Testes bioquímicos e biofísicos
  • 7. Ultra-sonografia Doppler
  • 8. Conclusões

Capítulo 11 – Diabetes Gestacional

  • 1. Introdução
  • 2. Riscos de “diabetes gestacional”
  • 3. Tratamento no “diabetes gestacional”
  • 4. Efeitos do teste de tolerância à glicose
  • 5. Conclusões

Capítulo 12 – Avaliação do crescimento, tamanho e bem-estar fetal

  • 1. Introdução
  • 2. Tamanho e crescimento
  • 3. Exame abdominal
  • 4. Contagem dos movimentos fetais
  • 5. Testes biofísicos
    • 5.1. Medidas por ultra-sonografia
    • 5.2. Ultra-sonografia com Doppler
    • 5.3. Teste de contração com estresse
    • 5.4. Cardiotocografia sem estresse
    • 5.5. Perfil biofísico fetal
  • 6. Testes bioquímicos
  • 7. Conclusões
Capítulo 13 – Sintomas desagradáveis na gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Náuseas e vómitos
  • 3. Cansaço
  • 4. Dor nas costas
  • 5. Pirose (Azia)
  • 6. Constipação
  • 7. Hemorróidas
  • 8. Vaginite
    • 8.1. Candidíase
    • 8.2. Tricomoníase
    • 8.3. Vaginose bacteriana
  • 9. Cãibras nas pernas
  • 10. Varizes e edema da perna
  • 11. Outros sintomas
  • 12. Conclusões

Capítulo 14 – Abortamento

  • 1. Introdução
  • 2. Confirmação de vida fetal
  • 3. Prevenção de abortamento
    • 3.1. Repouso no leito e hospitalização
    • 3.2. Hormônios
      • 3.2.1. Dietilestilbestrol
      • 3.2.2. Progestogênios
      • 3.2.3. Gonadotrofina coriônica humana
      • 3.2.4. Agonistas do hormônio de liberação do hormônio luteinizante
    • 3.3. Imunoterapia
    • 3.4. Intervenções em mulheres com distúrbios auto-imunes
    • 3.5. Outros medicamentos
  • 4. Cuidados após abortamento espontâneo ou aborto retido
    • 4.1. Conduta expectante versus evacuação cirúrgica
    • 4.2. Evacuação clínica versus evacuação cirúrgica
    • 4.3. Evacuação cirúrgica
      • 4.3.1. Analgesia versus anestesia geral
      • 4.3.2. Aspiração versus curetagem convencional
      • 4.3.3. Antibióticos profiláticos
  • 5. Conclusões

Capítulo 15 – Hipertensão na Gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Profilaxia
  • 2.1. Medidas dietéticas
    • 2.2. Diuréticos
    • 2.3. Agentes antitrombóticos e antiplaquetários
    • 2.4. Vitaminas antioxidantes
  • 3. Hipertensão gestacional leve ou moderada e pré-eclâmpsia
    • 3.1. Repouso no leito
    • 3.2. Agentes anti-hipertensivos
    • 3.3. Outros tratamentos
  • 4. Pré-eclâmpsia grave e eclâmpsia
    • 4.1. Agentes anti-hipertensivos
    • 4.2. Expansão do volume plasmático
    • 4.3. Agentes anticonvulsivantes
    • 4.4. Conduta intervencionista versus conduta expectante
  • 5. Conclusões

Capítulo 16 – Comprometimento fetal

  • 1. Introdução
  • 2. Crescimento fetal retardado
    • 2.1. Repouso no leito
    • 2.2. Descompressão abdominal
      • 2.2.1. Profilaxia na gravidez normal
      • 2.2.2. Tratamento do feto comprometido
    • 2.3. Betamiméticos
    • 2.4. Administração de oxigénio à mãe
    • 2.5. Hormonioterapia
    • 2.6. Bloqueadores dos canais de cálcio
    • 2.7. Suplementação protéico-calórica
    • 2.8. Outras medidas
  • 3. “Sofrimento fetal” agudo
    • 3.1. Tocolíticos
    • 3.2. Administração de oxigénio á mãe
  • 4. Conclusões

Capítulo 17 – Gravidez múltipla

  • 1. Introdução
  • 2. Atenção pré-natal
    • 2.1. Aconselhamento e apoio
    • 2.2. Nutrição
    • 2.3. Ultra-sonografia
  • 3. Parto pré-termo
    • 3.1. Cerclagem cervical
    • 3.2. Agentes betamiméticos profiláticos
    • 3.3. Monitorização domiciliar da atividade uterina
    • 3.4. Hospitalização na gravidez múltipla
  • 4. Parto
  • 5. Conclusões

Capítulo 18 – Isoimunização Rh

  • 1. Introdução
  • 2. Prevenção da isoimunização
    • 2.1. Após o parto
    • 2.2. Durante a gravidez
  • 3. Diagnóstico de isoimunização
  • 4. Tratamento da isoimunização
  • 5. Conclusões

Capítulo 19 – Infecção na gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Infecção por HIV
  • 3. Sífilis
  • 4. Gonorreia
  • 5. Chlamydia trachomatis
  • 6. Vaginose bacteriana
  • 7. Herpes Simples
  • 8. Bacteriúria
  • 9. Pielonefrite
  • 10. Rubéola
  • 11. Toxoplasmose
  • 12. Estreptococos do grupo B
  • 13. Conclusões

Capítulo 20 – Diabetes na gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Aconselhamento e avaliação pré-gestacional
  • 3. Atenção geral durante a gravidez
  • 4. Controle do diabetes
  • 5. Atenção obstétrica
  • 6. Atenção no trabalho de parto e no parto
  • 7. Atenção no pós-parto
  • 8. Conclusões

Capítulo 21 – Hemorragia na segunda metade da gravidez

  • 1. Introdução
  • 2. Descolamento prematuro da placenta
    • 2.1. Manifestação clínica
    • 2.2. Tratamento
  • 3. Placenta prévia
    • 3.1. Manifestação clínica
    • 3.2. Tratamento
    • 3.3. Parto
  • 4. Hemorragia de origem indeterminada
  • 5. Conclusões

Capítulo 22 – Suspeita de desproporção fetopélvica e posição anormal

  • 1. Desproporção fetopélvica
  • 2. Distocia do ombro
  • 3. Apresentação pélvica
  • 4. Versão cefálica externa na apresentação pélvica
  • 5. Posições obliqua e transversa
  • 6. Conclusões

Capítulo 23 – Ruptura das membranas antes do trabalho de parto (amniorrexe prematura)

  • 1. Introdução
  • 2. Diagnóstico
  • 3. Ruptura das membranas pré-termo antes do trabalho de parto
    • 3.1. Riscos
    • 3.2. Atenção antes do início do trabalho de parto
      • 3.2.1. Antibióticos profiláticos
      • 3.2.2. Tocolíticos profiláticos
      • 3.2.3. Administração de corticosteróides
      • 3.2.4. Indução de trabalho de parto
    • 3.3. Atenção após o início do trabalho de parto
      • 3.3.1. Antibióticos
      • 3.3.2. Tocolíticos
      • 3.3.3. Amnioinfusão
  • 4. Ruptura das membranas a termo antes do trabalho de parto
    • 4.1. Indução de trabalho com ocitocina
    • 4.2. Indução do trabalho de parto com prostaglandinas
    • 4.3. Comparação entre prostaglandinas e ocitocina
    • 4.4. Antibióticos profiláticos
  • 5. Conclusões

Capítulo 24 – Trabalho de parto pré-termo

  • 1. Introdução
  • 2. Prevenção do trabalho de parto de pré-termo
    • 2.1. Intervenções sociais
    • 2.2. Medidas físicas
      • 2.2.1. Monitorização domiciliar da atividade uterina
      • 2.2.2. Repouso no leito
      • 2.2.3. Cerclagem cervical
      • 2.2.4. Avaliação cervical
    • 2.3. Condutas farmacológicas profiláticas
      • 2.3.1. Drogas betamiméticas
      • 2.3.2. Magnésio
      • 2.3.3. Cálcio
      • 2.3.4. Progestogênios
      • 2.3.5. Outros agentes
  • 3. Tratamento tocolítico no trabalho de parto pré-termo ativo
    • 3.1. Drogas betamiméticas
    • 3.2. Inibidores da síntese de prostaglandinas
    • 3.3. Etanol
    • 3.4. Progestogênios
    • 3.5. Sulfato de magnésio
    • 3.6. Antagonista do cálcio
    • 3.7. Antagonista da ocitocina
    • 3.8. Diazóxido
  • 4. Outros tratamentos no trabalho de parto de pré-term ativo
    • 4.1. Hidratação
    • 4.2. Agentes antimicrobianos
    • 4.3. Sulfato de magnésio
  • 5. Manutenção da inibição do trabalho de parto pré-termo
  • 6. Conclusões

Capítulo 25 – Promoção da maturidade pulmonar

  • 1. Introdução
  • 2. Benefícios da administração pré-natal de corticosteróides
    • 2.1. Síndrome de angustia respiratória
    • 2.2. Outras causas de morbidade e mortalidade neonatais
  • 3. Potenciais riscos da administração pré-natal de corticosteróides
    • 3.1. Riscos para a mãe
    • 3.2. Riscos para o bebê
  • 4. Administração pré-natal de corticosteróides em situações especiais
    • 4.1. Doença hipertensiva
    • 4.2. Restrição ao crescimento intra-uterino
    • 4.3. Diabetes mellitus
    • 4.4. Isoimunização por fator Rh
  • 5. Outros agentes que promovem a maturidade pulmonar
    • 5.1. Ambroxol
    • 5.2. Hormônio de liberação da tireotrofina
  • 6. Conclusões

Capítulo 26 – Gravidez pós-termo

  • 1. Introdução
  • 2. Riscos na gravidez pós-termo
  • 3. Prevenção da gravidez pós-termo
    • 3.1. Morte perinatal
    • 3.2. Morbidade perinatal
    • 3.3. Efeitos maternos
  • 4. Vigilância
  • 5. Conclusões

Capítulo 27 – Morte fetal

  • 1. Introdução
  • 2. Escolha entre conduta ativa e expectante
  • 3. Escolha de métodos para indução do trabalho de parto
  • 4. Conclusões
Capítulo 28 – Suporte social e profissional no parto

  • 1. Introdução
  • 2. A natureza do suporte no parto
  • 3. O ambiente do parto: implicações para o suporte
  • 4. Lugar do parto
  • 5. Presença de homens durante o trabalho de parto e o parto
  • 6. Outras pessoas de apoio
  • 7. Conclusões

Capítulo 29 – Rotinas hospitalares

  • 1. Introdução
  • 2. Primeira impressão
  • 3. Avaliação clínica
  • 4. Procedimentos de preparo
    • 4.1. Enema
    • 4.2. Tricotomia pubiana
  • 5. Nutrição
    • 5.1. Riscos de aspiração
    • 5.2. Medidas para reduzir o volume e a acidez do conteúdo gástrico
      • 5.2.1. Restrição da ingestão
      • 5.2.2. Infusões intravenosas de rotina
      • 5.2.3. Condutas farmacológicas
  • 6. Posição materna durante o primeiro estádio do trabalho de parto
    • 6.1. Efeitos sobre o fluxo sanguíneo e a contratilidade uterina
    • 6.2. Efeitos maternos e fetais
  • 7. Conclusões

Capítulo 30 – Assistência ao feto durante o trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Métodos clínicos de monitorização fetal durante o trabalho de parto
    • 2.1. Ausculta cardíaca fetal intermitente
    • 2.2. Avaliação do líquido amniótico
  • 3. Avaliação cardíaca fetal contínua
  • 4. Avaliação do equilíbrio ácido-básico no sangue do couro cabeludo fetal
  • 5. Comparação entre ausculta e monitorização eletrônica fetal
    • 5.1. Efeitos sobre o trabalho de parto e o parto
    • 5.2. Efeitos sobre o feto e o recém-nascido
    • 5.3. Opiniões maternas
    • 5.4. Técnica de monitorização electrónica fetal
    • 5.5. Comentário
  • 6. Outros métodos de monitorização fetal e diagnóstico no trabalho de parto e parto
    • 6.1. Testes de internação
    • 6.2. Testes de estimulação fetal intraparto
  • 7. Tratamento conservador do “sofrimento fetal”
  • 8. Conclusões

Capítulo 31 Monitorização do progresso do trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Reconhecimento do início do trabalho de parto
  • 3. Condição da mãe
  • 4. Contrações uterinas
  • 5. Dilatação cervical
  • 6. Descida da apresentação
  • 7. Progresso normal do trabalho de parto
  • 8. Registro do progresso do trabalho de parto
  • 9. Conclusões

Capítulo 32 O segundo estádio do trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Diagnóstico do início do segundo estádio do trabalho de parto
  • 3. Expulsão durante o segundo estádio do trabalho de parto
  • 4. Posição durante o segundo estádio do trabalho de parto
  • 5. Duração do segundo estádio do trabalho de parto
  • 6. Cuidados com o períneo
    • 6.1. Proteção e massagem do períneo
    • 6.2. Episiotomia
    • 6.3. Técnica de episiotomia
  • 7. Parto
  • 8. Conclusões

Capítulo 33 – O terceiro estádio do trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Componentes da assistência durante o terceiro estádio
    • 2.1. Uso profilático rotineiro de ocitócicos
    • 2.2. Comparações de diferentes ocitócicos
    • 2.3. Clampeamento e secção do cordão umbilical
    • 2.4. Tração controlada do cordão
    • 2.5. Injeção venosa intra-umbilical
    • 2.6. Estimulação da papila
  • 3. Conduta ativa versus conduta expectante no terceiro estádio
  • 4. Complicações do terceiro estádio
    • 4.1. Hemorragia pós-parto
    • 4.2. Placenta retida
    • 4.3. Inversão do útero
  • 5. Conclusões
Capítulo 34 – Controle da dor no trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Métodos não-farmacológicos
    • 2.1. Técnicas que reduzem os estímulos dolorosos
      • 2.1.1. Movimento e mudanças de posição maternas
      • 2.1.2. Contrapressão
      • 2.1.3. Descompressão abdominal
    • 2.2. Técnicas que ativam receptores sensoriais periféricos
      • 2.2.1. Calor e frio superficiais
      • 2.2.2. Imersão em água durante o trabalho de parto e o parto
      • 2.2.3. Toque e massagem
      • 2.2.4. Acupuntura e acupressão
      • 2.2.5. Estimulação nervosa elétrica transcutânea (TENS)
      • 2.2.6. Injeção intradérmica de água estéril
      • 2.2.7. Aromaterapia
    • 2.3. Técnicas que estimulam vias inibidoras descendentes
      • 2.3.1. Focalização da atenção e distração
      • 2.3.2. Hipnose
      • 2.3.3. Música e audioanalgesia
      • 2.3.4. Biofeedback
  • 3. Controle farmacológico da dor no trabalho de parto
    • 3.1. Analgesia e anestesia regional
      • 3.1.1. Analgesia peridural
      • 3.1.2. Outras vias de analgesia regional
    • 3.2. Agentes sistêmicos
      • 3.2.1. Opióides
      • 3.2.2. Sedativos e tranqüilizantes
    • 3.3. Analgesia inalatória
  • 4. Conclusões

Capítulo 35 – Trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Trabalho de parto prolongado
    • 2.1. Fase latente prolongada
    • 2.2. O diagnóstico da fase ativa do trabalho de parto
    • 2.3. Fase ativa prolongada
  • 3. Prevenção e tratamento do trabalho de parto prolongado
    • 3.1. Aumentando a contratilidade uterina
      • 3.1.1. Amniotomia
      • 3.1.2. Ocitocina
      • 3.1.3. Manejo ativo do trabalho de parto
    • 3.2. Influenciando a resistência
  • 4. Conclusões

Capítulo 36 – Reparo de traumatismo perineal

  • 1. Introdução
  • 2. Técnica de reparo do períneo
  • 3. Escolha do material de sutura
  • 4. Quem deve realizar o reparo?
  • 5. Ruptura da episiotomia
  • 6. Conclusões

Capítulo 37 – Parto pré-termo

  • 1. Introdução
  • 2. Estimativa do peso ou da idade gestacional como base para opções de assistência
  • 3. Tipos de parto pré-termo
    • 3.1. Morte pré-parto e malformações letais
    • 3.2. Gravidez múltipla
    • 3.3. Parto eletivo
    • 3.4. Patologia materna e fetal
  • 4. Local e preparações para o parto
    • 4.1. Local do parto
    • 4.2. Preparações para o parto
    • 4.3. Prevenção de hemorragia intraventricular
  • 5. Via de parto
    • 5.1. Cesariana
    • 5.2. Parto vaginal
      • 5.2.1. Analgesia peridural e de outros tipos
      • 5.2.2. Parto a fórceps eletivo
      • 5.2.3. Uso rotineiro de episiotomia precoce
  • 6. Assistência imediata no parto
  • 7. Conclusões

Capítulo 38 – Trabalho de parto e parto após cesariana prévia

  • 1. Introdução
  • 2. Resultados de um parto vaginal planejado após cesariana
  • 3. Riscos da cesariana
    • 3.1. Riscos para a mãe
    • 3.2. Riscos para o bebê
  • 4. Fatores a considerar na decisão sobre um parto vaginal planejado após cesariana
    • 4.1. Mais de uma cesariana prévia
    • 4.2. Motivo da cesariana primária
    • 4.3. Parto vaginal prévio
    • 4.4. Tipo de incisão prévia no útero
    • 4.5. Idade gestacional na época da cesariana anterior
  • 5. Assistência durante um parto vaginal planejado após cesariana
    • 5.1. Uso de ocitócicos
    • 5.2. Analgesia e anestesia regionais
    • 5.3. Exploração manual do útero
  • 6. Ruptura do útero com cicatriz na gravidez e no trabalho de parto
  • 7. Divergência entre os indícios e a prática
  • 8. Conclusões
Capítulo 39 – Preparo para a indução de trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Avaliação do colo
  • 3. Prostaglandinas para amadurecimento cervical
    • 3.1. Prostaglandinas orais
    • 3.2. Prostaglandinas vaginais
    • 3.3. Prostaglandinas endocervicais
    • 3.4. Prostaglandinas extra-amnióticas
    • 3.5. Comparações diretas entre diferentes vias
  • 4. Outros métodos para amadurecimento cervical
    • 4.1. Estrogênios
    • 4.2. Ocitocina
    • 4.3. Métodos mecânicos
    • 4.4. Relaxina
    • 4.5. Estimulação mamária
  • 5. Prostaglandinas versus outros métodos
  • 6. Riscos do amadurecimento cervical
  • 7. Conclusões

Capítulo 40 – Métodos de indução do trabalho de parto

  • 1. Introdução
  • 2. Métodos mecânicos
    • 2.1. Descolamento das membranas
    • 2.2. Outros métodos mecânicos
  • 3. Amniotomia
    • 3.1. Amniotomia usada isoladamente
    • 3.2. Amniotomia com ocitócicos versus amniotomia isolada
    • 3.3. Amniotomia com ocitócicos versus ocitócicos isolados
    • 3.4. Riscos da amniotomia
  • 4. Ocitocina
    • 4.1. Vias e métodos de administração
    • 4.2. Riscos da administração de ocitocina
  • 5. Prostaglandina E2
    • 5.1. Comparações com placebo
    • 5.2. Prostaglandina E2 versus prostaglandina F
    • 5.3. Vias e métodos de administração
    • 5.4. Riscos da administração de prostaglandina E2
  • 6. Prostaglandina E2 versus ocitocina para a indução do trabalho de parto
    • 6.1. Efeitos sobre o momento e o modo de parto
    • 6.2. Efeitos maternos
    • 6.3. Efeitos no lactente
    • 6.4. Ruptura de membranas antes do trabalho de parto, a termo ou quase a termo
  • 7. Misoprostol
  • 8. Conclusões

Capítulo 41 – Parto vaginal instrumental

  • 1. Introdução
  • 2. Condições para o parto instrumental
  • 3. Equipamento e técnicas
    • 3.1. Fórceps
    • 3.2. Vácuo-extração
  • 4. Comparação entre vácuo-extração e fórceps
    • 4.1. Eficiência
    • 4.2. Efeitos maternos
    • 4.3. Efeitos no lactente
  • 5. Conclusões

Capítulo 42 – Cesariana

  • 1. Introdução
  • 2. Anestesia para cesariana
  • 3. Técnica cirúrgica
  • 4. Conclusões

Capítulo 43 – Antibióticos profiláticos na cesariana

  • 1. Introdução
  • 2. Efeitos sobre a infecção e a morbidade febril
  • 3. Escolha do antibiótico
  • 4. Via de administração
  • 5. Possíveis conseqüências adversas da profilaxia com antibióticos
  • 6. Conclusões
Capítulo 44 – Atenção imediata ao recém-nascido

  • 1. Introdução
  • 2. Atenção imediata ao recém-nascido normal
    • 2.1. Recepção do recém-nascido
    • 2.2. Estabelecimento de vias aéreas permeáveis
    • 2.3. Manutenção da temperatura corporal
    • 2.4. Início da amamentação
    • 2.5. Administração profilática de vitamina K para evitar doença hemorrágica
    • 2.6. Medidas profiláticas para evitar infecções oculares
  • 3. Medidas profiláticas em recém-nascidos considerados sob risco acima da média
    • 3.1. Aspiração de lactentes que eliminaram mecônio antes do parto
    • 3.2. Intubação traqueal eletiva de lactentes com peso muito baixo ao nascimento
    • 3.3. Administração profilática de surfactante a lactentes imaturos
  • 4. Atenção imediata aos recém-nascidos enfermos
    • 4.1. Ressuscitação
    • 4.2. Oxigênio
    • 4.3. Massagem cardíaca
    • 4.4. Naloxona
    • 4.5. Bicarbonato de sódio
    • 4.6. Expansores do volume sanguíneo
  • 5. Indicações para não realizar ou interromper a ressuscitação
  • 6. Conclusões

Capítulo 45 – A mãe e o bebê

  • 1. Introdução
  • 2. Restrição do contato materno-infantil inicial
  • 3. Controle de infecção
  • 4. Observações de rotina
  • 5. Drogas para alívio dos sintomas
  • 6. Duração da internação hospitalar
  • 7. Suporte e educação
    • 7.1. Suporte geral e educação
    • 7.2. Suporte para mães com necessidades especiais
  • 8. Depressão pós-parto
  • 9. Conclusões

Capítulo 46 – Amamentação

  • 1. Introdução
  • 2. Preparo pré-natal
  • 3. Sucção precoce versus tardia
  • 4. A importância do posicionamento correto
  • 5. A importância da flexibilidade
  • 6. “Suplementação” da alimentação do bebê
  • 7. “Suplementação” da alimentação materna
  • 8. Contraceptivos orais
  • 9. Suporte às mães lactantes
  • 10. Traumatismo da papila
  • 11. Problemas com o fluxo de leite
  • 12. Problemas com o suprimento de leite
  • 13. Conclusões

Capítulo 47 – Dor e desconforto perineais

  • 1. Introdução
  • 2. Tratamentos locais
    • 2.1. Tratamentos não-farmacológicos
    • 2.2. Anti-sépticos locais
    • 2.3. Anestésicos locais
    • 2.4. Associações de anestésicos locais e esteróides tópicos
  • 3. Fisioterapias locais
    • 3.1. Alívio da pressão no períneo
    • 3.2. Ultra-som e energia eletromagnética pulsátil
    • 3.3. Exercícios para o assoalho pélvico
  • 4. Tratamentos por via oral
    • 4.1. Preparações com ervas
    • 4.2. Enzimas proteolíticas
    • 4.3. Analgésicos orais
  • 5. Conclusões

Capítulo 48 – Sintomas mamários em mulheres que não estão amamentando

  • 1. Introdução
  • 2. Condutas não-farmacológicas
  • 3. Condutas farmacológicas
    • 3.1. Hormônios sexuais
    • 3.2. Bromoergocriptina (bromocriptina)
    • 3.3. Cabergolina
    • 3.4. Outras drogas
  • 4. Conclusões

Capítulo 49 – Perda e luto no período perinatal

  • 1. Introdução
  • 2. Perda perinatal
    • 2.1. Doença e deficiência
    • 2.2. Morte perinatal
  • 3. Assistência pela equipe hospitalar
    • 3.1. Comunicação
    • 3.2. Assistência imediata e precoce quando o bebê está morto ou morrendo
    • 3.3. Necropsia
    • 3.4. Atestado de óbito e preparo do funeral
    • 3.5. Acompanhamento
  • 4. Assistência da comunidade
    • 4.1. Profissionais de saúde
    • 4.2. Grupos de auto-ajuda
  • 5. O papel dos conselheiros especializados
    • 5.1. Aconselhamento de rotina
    • 5.2. Aconselhamento nas reações de luto prolongado
  • 6. Conclusões
50 Atenção efetiva na gravidez e no parto: uma sinopse

  • Quadro 1 –  Formas benéficas de assistência
  • Quadro 2  – Formas de assistência que provavelmente são benéficas
  • Quadro 3  – Formas de assistência com equilíbrio entre efeitos benéficos e adversos
  • Quadro 4 – Formas de assistência cuja eficácia é desconhecida
  • Quadro 5 – Formas de assistência que provavelmente não são benéficas
  • Quadro 6 – Formas de assistência que provavelmente são ineficazes ou prejudiciais

Autores

A 3ª Edição do “Guia para a Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto” (Oxford University Press, 2000) publicado em língua portuguesa pela Editora Guanabara Koogan SA Copyright © (2005), está disponível, na íntegra, neste site por cortesia da editora e dos autores: Murray Enkin, Marc J.N.C Keirse, James Neilson, Caroline Crowther, Leila Duley, Ellen Hodnett e Justus Hofmeyr.

Sobre os autores

Enkin, Murray W.
Professor Emeritus, Departments of Obstetrics and Gynecology, Clinical Epidemiology and Biostatistics, McMaster University, Canada.

Keirse, Marc J.N.C.
Professor and Head, Department of Obstetrics, Gynaecology and Reproductive Medicine, The Flinders Univeristy of South Australia.

Neilson, James P.
Co-ordinating Editor, Cochrane Pregnancy and Childbirth Group. Professor of Obstetrics and Gynaecology, University of Liverpool, UK.

Crowther, Caroline A.
Associate Professor, Department of Obstetrics and Gynaecology, Univeristy of Adelaide, South Australia.

Duley, Lelia
Obstetric Epidemiologist, Institute of Health Sciences, Oxford, UK.

Hodnett, Ellen D.
Professor and Heather M. Reisman Chair in Perinatal Nursing Research, University of Toronto, Canada.

Hofmeyr, G. Justus
Professor of Obstetrics and Gynaecology, Coronation Hospital and University of the Witwatersrand, Johannesburg, South Africa.