1. Introdução
2. Reconhecimento do início do trabalho de parto
3. Condição da mãe
4. Contrações uterinas
5. Dilatação cervical
6. Descida da apresentação
7. Progresso normal do trabalho de parto
8. Registro do progresso do trabalho de parto
9. Conclusões
Capítulo 32 - O segundo estádio do trabalho de parto
1. Introdução
2. Diagnóstico do início do segundo estádio do trabalho de parto
3. Expulsão durante o segundo estádio do trabalho de parto
4. Posição durante o segundo estádio do trabalho de parto
5. Duração do segundo estádio do trabalho de parto
6. Cuidados com o períneo
6.1. Proteção e massagem do períneo
6.2. Episiotomia
6.3. Técnica de episiotomia
7. Parto
8. Conclusões
Capítulo 33 - O terceiro estádio do trabalho de parto 1. Introdução
2. Componentes da assistência durante o terceiro estádio
2.1. Uso profilático rotineiro de ocitócicos
2.2. Comparações de diferentes ocitócicos
2.3. Clampeamento e secção do cordão umbilical
2.4. Tração controlada do cordão
2.5. Injeção venosa intra-umbilical
2.6. Estimulação da papila
3. Conduta ativa
versus conduta expectante no terceiro estádio
4. Complicações do terceiro estádio
4.1. Hemorragia pós-parto
4.2. Placenta retida
4.3. Inversão do útero
5. Conclusões
Problemas durante o parto
Capítulo 34 - Controle da dor no trabalho de parto 1. Introdução
2. Métodos não-farmacológicos
2.1. Técnicas que reduzem os estímulos dolorosos
2.1.1.
Movimento e mudanças de posição maternas
2.1.2.
Contrapressão
2.1.3.
Descompressão abdominal
2.2. Técnicas que ativam receptores sensoriais periféricos
2.2.1.
Calor e frio superficiais
2.2.2.
Imersão em água durante o trabalho de parto e o parto
2.2.3.
Toque e massagem
2.2.4.
Acupuntura e acupressão
2.2.5.
Estimulação nervosa elétrica transcutânea (TENS)
2.2.6.
Injeção intradérmica de água estéril
2.2.7.
Aromaterapia
2.3. Técnicas que estimulam vias inibidoras descendentes
2.3.1.
Focalização da atenção e distração
2.3.2.
Hipnose
2.3.3.
Música e audioanalgesia
2.3.4. Biofeedback
3. Controle farmacológico da dor no trabalho de parto
3.1. Analgesia e anestesia regional
3.1.1.
Analgesia peridural
3.1.2.
Outras vias de analgesia regional
3.2. Agentes sistêmicos
3.2.1.
Opióides
3.2.2.
Sedativos e tranqüilizantes
3.3. Analgesia inalatória
4. Conclusões
Capítulo 35 - Trabalho de parto prolongado 1. Introdução
2. Trabalho de parto prolongado
2.1. Fase latente prolongada
2.2. O diagnóstico da fase ativa do trabalho de parto
2.3. Fase ativa prolongada
3. Prevenção e tratamento do trabalho de parto prolongado
3.1. Aumentando a contratilidade uterina
3.1.1.
Amniotomia
3.1.2.
Ocitocina
3.1.3.
Manejo ativo do trabalho de parto
3.2. Influenciando a resistência
4. Conclusões
Capítulo 36 - Reparo de traumatismo perineal 1. Introdução
2. Técnica de reparo do períneo
3. Escolha do material de sutura
4. Quem deve realizar o reparo?
5. Ruptura da episiotomia
6. Conclusões
Capítulo 37 - Parto pré-termo 1. Introdução
2. Estimativa do peso ou da idade gestacional como base para opções de assistência
3. Tipos de parto pré-termo
3.1. Morte pré-parto e malformações letais
3.2. Gravidez múltipla
3.3. Parto eletivo
3.4. Patologia materna e fetal
4. Local e preparações para o parto
4.1. Local do parto
4.2. Preparações para o parto
4.3. Prevenção de hemorragia intraventricular
5. Via de parto
5.1. Cesariana
5.2. Parto vaginal
5.2.1.
Analgesia peridural e de outros tipos
5.2.2.
Parto a fórceps eletivo
5.2.3.
Uso rotineiro de episiotomia precoce
6. Assistência imediata no parto
7. Conclusões
Capítulo 38 - Trabalho de parto e parto após cesariana prévia 1. Introdução
2. Resultados de um parto vaginal planejado após cesariana
3. Riscos da cesariana
3.1. Riscos para a mãe
3.2. Riscos para o bebê
4. Fatores a considerar na decisão sobre um parto vaginal planejado após cesariana
4.1. Mais de uma cesariana prévia
4.2. Motivo da cesariana primária
4.3. Parto vaginal prévio
4.4. Tipo de incisão prévia no útero
4.5. Idade gestacional na época da cesariana anterior
5. Assistência durante um parto vaginal planejado após cesariana
5.1. Uso de ocitócicos
5.2. Analgesia e anestesia regionais
5.3. Exploração manual do útero
6. Ruptura do útero com cicatriz na gravidez e no trabalho de parto
7. Divergência entre os indícios e a prática
8. Conclusões
Técnicas de indução e parto cirúrgicoCapítulo 39 - Preparo para a indução de trabalho de parto 1. Introdução
2. Avaliação do colo
3. Prostaglandinas para amadurecimento cervical
3.1. Prostaglandinas orais
3.2. Prostaglandinas vaginais
3.3. Prostaglandinas endocervicais
3.4. Prostaglandinas extra-amnióticas
3.5. Comparações diretas entre diferentes vias
4. Outros métodos para amadurecimento cervical
4.1. Estrogênios
4.2. Ocitocina
4.3. Métodos mecânicos
4.4. Relaxina
4.5. Estimulação mamária
5. Prostaglandinas
versus outros métodos
6. Riscos do amadurecimento cervical
7. Conclusões
Capítulo 40 - Métodos de indução
1. Introdução
2. Métodos mecânicos
2.1. Descolamento das membranas
2.2. Outros métodos mecânicos
3. Amniotomia
3.1. Amniotomia usada isoladamente
3.2. Amniotomia com ocitócicos
versus amniotomia isolada
3.3. Amniotomia com ocitócicos
versus ocitócicos isolados
3.4. Riscos da amniotomia
4. Ocitocina
4.1. Vias e métodos de administração
4.2. Riscos da administração de ocitocina
5. Prostaglandina E2
5.1. Comparações com placebo
5.2. Prostaglandina E2
versus prostaglandina F
5.3. Vias e métodos de administração
5.4. Riscos da administração de prostaglandina E2
6. Prostaglandina E2
versus ocitocina para a indução do trabalho de parto
6.1. Efeitos sobre o momento e o modo de parto
6.2. Efeitos maternos
6.3. Efeitos no lactente
6.4. Ruptura de membranas antes do trabalho de parto, a termo ou quase a termo
7. Misoprostol
8. Conclusões
1. Introdução
2. Condições para o parto instrumental
3. Equipamento e técnicas
3.1. Fórceps
3.2. Vácuo-extração
4. Comparação entre vácuo-extração e fórceps
4.1. Eficiência
4.2. Efeitos maternos
4.3. Efeitos no lactente
5. Conclusões
1. Introdução
2. Anestesia para cesariana
3. Técnica cirúrgica
4. Conclusões
1. Introdução
2. Efeitos sobre a infecção e a morbidade febril
3. Escolha do antibiótico
4. Via de administração
5. Possíveis conseqüências adversas da profilaxia com antibióticos
6. Conclusões
Atenção após o parto
1. Introdução
2. Atenção imediata ao recém-nascido normal
2.1. Recepção do recém-nascido
2.2. Estabelecimento de vias aéreas permeáveis
2.3. Manutenção da temperatura corporal
2.4. Início da amamentação
2.5. Administração profilática de vitamina K para evitar doença hemorrágica
2.6. Medidas profiláticas para evitar infecções oculares
3. Medidas profiláticas em recém-nascidos considerados sob
risco acima da média
3.1. Aspiração de lactentes que eliminaram mecônio antes do parto
3.2. Intubação traqueal eletiva de lactentes com peso muito baixo ao nascimento
3.3. Administração profilática de surfactante a lactentes imaturos
4. Atenção imediata aos recém-nascidos enfermos
4.1. Ressuscitação
4.2. Oxigênio
4.3. Massagem cardíaca
4.4. Naloxona
4.5. Bicarbonato de sódio
4.6. Expansores do volume sanguíneo
5. Indicações para não realizar ou interromper a ressuscitação
6. Conclusões
1. Introdução
2. Restrição do contato materno-infantil inicial
3. Controle de infecção
4. Observações de rotina
5. Drogas para alívio dos sintomas
6. Duração da internação hospitalar
7. Suporte e educação
7.1. Suporte geral e educação
7.2. Suporte para mães com necessidades especiais
8. Depressão pós-parto
9. Conclusões
1. Introdução
2. Preparo pré-natal
3. Sucção precoce
versus tardia
4. A importância do posicionamento correto
5. A importância da flexibilidade
6. “Suplementação” da alimentação do bebê
7. “Suplementação” da alimentação materna
8. Contraceptivos orais
9. Suporte às mães lactantes
10. Traumatismo da papila
11. Problemas com o fluxo de leite
12. Problemas com o suprimento de leite
13. Conclusões
1. Introdução
2. Tratamentos locais
2.1. Tratamentos não-farmacológicos
2.2. Anti-sépticos locais
2.3. Anestésicos locais
2.4. Associações de anestésicos locais e esteróides tópicos
3. Fisioterapias locais
3.1. Alívio da pressão no períneo
3.2. Ultra-som e energia eletromagnética pulsátil
3.3. Exercícios para o assoalho pélvico
4. Tratamentos por via oral
4.1. Preparações com ervas
4.2. Enzimas proteolíticas
4.3. Analgésicos orais
5. Conclusões
1. Introdução
2. Condutas não-farmacológicas
3. Condutas farmacológicas
3.1. Hormônios sexuais
3.2. Bromoergocriptina (bromocriptina)
3.3. Cabergolina
3.4. Outras drogas
4. Conclusões
1. Introdução
2. Perda perinatal
2.1. Doença e deficiência
2.2. Morte perinatal
3. Assistência pela equipe hospitalar
3.1. Comunicação
3.2. Assistência imediata e precoce quando o bebê está morto ou morrendo
3.3. Necropsia
3.4. Atestado de óbito e preparo do funeral
3.5. Acompanhamento
4. Assistência da comunidade
4.1. Profissionais de saúde
4.2. Grupos de auto-ajuda
5. O papel dos conselheiros especializados
5.1. Aconselhamento de rotina
5.2. Aconselhamento nas reações de luto prolongado
6. Conclusões